28/11/2004

A MULHER QUE EU NÃO FUI.

"A leitura angustia, levanta dúvidas. Mas, ao mesmo tempo, sublima sentimentos e cumpre bem o papel dos livros significativos - chegam na hora e libertam o inenarrável vazio preso no calabouço de cada alma." - A Voz Feminina de Nazarian, por Vivian Rangel

Resenha que saiu este sábado de "A Morte Sem Nome", no Jornal do Brasil. Veja só, seis meses depois do lançamento, a divulgação continua. Fora o JB, esta semana também saiu uma resenha do livro no Capitu, além da minha foto na matéria sobre os debates do Itaú, na Folha. E eu ainda descobri uma série de notas sobre o livro no Jornal do Comércio de Pernambuco. Bom saber que Lorena está indo longe.

Mas a crítica do JB sobre o livro não é inteiramente positiva. Ou eu não entendi direito: "O autor, com sua voz narrativa feminina, não se sai tão bem assim - Lorena oscila entre o masculino e o feminino e parece insatisfeita com a obrigação de escolher entre arquétipos delimitados pelo sexo."

Hum, isso é verdade, mas eu não vejo como um aspecto negativo. De qualquer forma, é uma crítica válida.

O que eu mais gostei mesmo foi de: "Apesar das inovações, o livro conserva uma atmosfera romântica - morte, bebida, solidão, depressão estão presentes."

Vocês podem ler a resenha inteira
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