04/09/2010

NA CIDADE MORENA


Borrachos em Campo Grande.


Ainda estou em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Terminou hoje minha participação aqui no Sesc. Tive um público curioso e querido, ainda que reduzido, e uma ótima divulgação nos três principais jornais da cidade.


Palestra.


Na quinta conversei com o público sobre minha obra, li textos inéditos e dancei o chachachá em coquette mode. Foi lindo ver leitores queridinhos com meus livros em mãos para eu autografar. Só não teve grandes surpresas ou reflexões, porque era uma palestra solo, e talvez tivesse sido mais proveitoso conversar com algum escritor local.


Higor, do Sesc, que me recebeu de forma impecavelmente atenciosa.

Wellington Furtado está fazendo uma tese de mestrado sobre minha obra, e não só por isso é alguém que me provocou empatia instantânea.


Leitoras fofinhas.

Na sexta dei uma "oficina" sobre o mercado literário: formas de publicação, divulgação, valores pagos, publicação no exterior, eventos literários, resenhas, etc. Tive onze alunos. Achei um número bom.

Os alunos.

Jardel, Dani e eu pós-debate, na pose "Sou Rica! Rica!"


O pessoal do Sesc também queria que eu fizesse alguma instalação nas paredes - nos moldes que fiz no Sesc Pinheiros. Como meu "sócio", Alê, não iria poder participar, sugeri que eu escrevesse um conto de próprio punho, que fosse afixado nas paredes. Escolhi Piranhitas, que tem uma temática de certa forma pantaneira, e é razoavelmente curto.
Enquanto eu escrevia, a televisão atrás passava minhas clássicas entrevistas de divulgação.
O artista plástico Thyago Celso de Oliveira também fez um desenho baseado no conto, mas ainda não vi pronto.


Com a escolta de Higor, Wellington e sua trupe também fiz um belo tour pela cidade; comi o inevitável soba e até sacudi ao som de Justin Bieber numa baladinha bem eclética ("Sis".)

Amanhã volto a SP, já que não havia vôo direto para Florianópolis. Quero aproveitar para ir ao teatro, cinema, rever alguns amigos e... sei lá, ir na Loca?


REVEILLON DE MIM MESMO

40, hoje.  Não é o fim do mundo, mas é o começo. Hoje faço 40, e não me sinto nada jovem. Acho meio risível. Esse povo de...