16/09/2011

BUENAS


Minha segunda mesa aqui na Filba: Florencia Garramuño, eu, Adriana Lisboa e Vilma Arêas.


Continuo em Buenos Aires, ainda no Festival Literário Internacional.

Minha primeira mesa com o Noll e Moreno Veloso teve ótima cobertura da imprensa. Incluindo isso:


El rol provocador lo cumplió a la perfección Nazarian. “Brasil no existe por escrito y no tiene concordancia verbal”, dijo el escritor durante la lectura de un texto titulado Yo contra Brasil, para calentar el ambiente del auditorio del Malba.






A segunda mesa já foi mais ou menos, no meio da semana, meio vazia, e um tema pouco motivador para mim (Machado e Guimarães). Mas as meninas seguraram a discussão.


Hoje tem a festa de encerramento da Filba. Devo discotecar um setzinho lounge, com o melhor da nova música brasileira... e dos meus amigos.


Mais ou menos isso:

Brazil - Cornélius
Três - Marina Lima
Ascendente em Câncer - Filipe Catto
Pelos Ares - Adriana Calcanhotto
Olhar Brasileiro - Eduardo Dussek
O Último a Saber - Thiago Pethit
Producta, Sonho e Fumaça - Karine Alexandrino
Luzes da Ribalta - Cauby Peixoto
Ovelhinhas - Cidadão Instigado
O Livro e o Beijo - Moreno Veloso
Beatle George - Jupiter Maçã
Faking Faces - Stop Play Moon
O Salto a Queda - Ludov
Te Acho tão Bonito - Malu Magalhães
Invejoso - Arnaldo Antunes
Depois - Pato Fu
Ai, Amor - Tetine
Funk da Frígida - Claudia Wonder
Hits me Like a Rock - CSS

Meus dias aqui tem sido tranquilos. Na verdade, tenho ficado mais trancado no hotel, para correr com as traduções. Mas tenho comido muito bem e fiz algumas comprinhas. Buenos Aires não está tão barata quanto há alguns anos, mas praticamente o mundo inteiro está mais barato do que o Brasil agora...

Hoje, para piorar, estou gripado. Espero que eu consiga aproveitar o final de semana. Estou há uma semana aqui e só saí mesmo na noite sábado passado. Ah, é a idade chegando...


Com Moreno Veloso, perdidos na cidade.

PRÉ-PÓS-URBANO

Igreja de Satã A natureza é madrasta. A verdade da mata é impenetrável, intransponível, inabitável, não se pode pôr os pés lá. Não há tr...