30/03/2012
[Meu blog está ficando poliglota. Recebi este release da minha agente e resolvi reproduzir em espanhol mesmo]
EL LIBRO QUE NO PUEDE ESPERAR
Agencia DraftFCB y Eterna Cadencia Editora presentan una edición especial del libro
El futuro no es nuestro. Nueva narrativa latinoamericana, de Diego Trelles Paz (comp.)
Una selección de nueva narrativa latinoamericana en una edición que desaparecerá en dos meses.
El contenido de este libro fue impreso con una tinta que se borrará completamente a los cuatro meses de abierto el embalaje, con el objetivo de que sea leído al poco tiempo de ser adquirido.
Mucho se puede decir del libro como objeto, de su amenazada existencia por distintos peligros. Los que amamos los libros sentimos que nunca van a desaparecer.
Todo surge de una anécdota durante la última feria del libro en Santiago, Chile. Allí, un panel de autores latinoamericanos intentó contestar la pregunta “¿Por qué no nos leemos?”. La idea resultante de la mesa fue que era difícil conectar a los autores latinoamericanos con sus lectores de habla hispana por fuera del propio país.
La Agencia de Publicidad DraftFCB tuvo entonces la idea de crear un libro que tuviera que leerse con urgencia, para ayudar a la difusión de estos autores. Para dramatizarla, imaginó un libro cuyo contenido tuviera una fecha de vencimiento y salió luego a la búsqueda de algún título de literatura latinoamericana ya existente que pudiera protagonizar el proyecto. Ese libro es El futuro no es nuestro. Nueva narrativa latinoamericana, una compilación de narradores jóvenes de distintos países del continente, seleccionados por el escritor peruano Diego Trelles Paz y editado por Eterna Cadencia Editora en 2009. Este libro, que fue editado en distintos países de América por distintas editoriales independientes, cumplía con la intención de dar a conocer de modo novedoso y urgente una literatura excelente que poco a poco se está abriendo paso entre los lectores de habla hispana y más allá. La impresión se hizo en serigrafía en Papelera Palermo.
“Pensamos que es una manera mágica y poética de contar un problema real. Quisimos hacer un libro que fuera un mensaje en sí mismo. Que nos incentivara a leer a estos autores antes de que sus relatos desaparezcan de verdad, ahí delante de nuestros ojos”, cuenta Javier Campopiano, Director General Creativo Regional de DraftFCB.
Ideia divertida. O Diego já vinha fazendo um ótimo trabalho com essa antologia, que saiu em tudo quanto é lugar, Argentina, Peru, Bolívia, Estados Unidos, Hungria e sei lá mais onde. Eu estou lá, o único autor brasileiro (com o conto "Espinha de Peixe"), na companhia de ótimos escritores e amigos como Tryno Maldonado (México), Samanta Schweblin (Argentina), Santiago Roncagliolo (Peru) e Daniel Alarcón (Peru), entre outros. Não, no Brasil o livro não foi lançado.
27/03/2012
21/03/2012
[Para poder dividir Floripa com os amigos de fora, resolvi fazer este post em inglês. Até porque já escrevi horrores sobre a ilha aqui e você já sabe de tudo...]
So, I´m back in Brazil. A friend from Helsinki asked me: “it should feel good to be back home after all those months” but I guess I have to give the Bela Lugosi´s answer: “Home? I have no home…” And it´s true. I still haven´t found (what I´m looking for…) a place to call home, basically because I´m always by myself, bringing my job with me wherever I am, and I am not attached to anyone. Maybe it´s a typical writers thing, to always see yourself as a foreigner, a strange; I don´t know. But I have my favorite place in the world, for sure, and it would be the Island of Santa Catarina, Florianópolis.
It has around 40 beaches, plus lakes and native parks. It´s a touristic place, yes, but nothing as close to Rio, thank god. Even on a new year´s eve you can still find a quiet spot on a popular beach, leave your things unattended at the sand and go swimming (Uh, I guess this is pretty standard in Scandinavia. Sorry to say it’s NOT in Brazil. And for sure there would be people telling me NOT to leave my things unattended in Floripa. Well, I always do, but never would in a place like Rio.)
I´ve travelled so much abroad, and I’ve seen so many people travelling to São Paulo and Rio. Well, Rio is undeniable beautiful, and maybe it holds a great sample of the Brazilian culture, but it´s still a big, stressful and not so safe city. São Paulo is stressful as hell, even though it has maybe one of the best nightlives and cultural lives in the world. Florianópolis is perhaps an accessible Brazilian “roots” experience (for Dummies), far from perfect, but still my favorite place in the world.
(Before you ask me – the AMAZON rain forest is not well known by the Brazilian people in general. It´s far, expensive and, thank god, still pretty much wild. A trip there from São Paulo could be more expensive than a trip to Europe.)
It was great to be back south this weekend. And it´s great to know that I can always go back there (Uh, well, it´s around 10 hours by bus from São Paulo, I think it´s close, almost a trip from Helsinki to Rovaniemi… YOU should go more to Rovaniemi, you schmuck! maybe my 2nd favorite city in the world…?)
(C´mon, Paris is for hipsters.)
08/03/2012
29/02/2012





27/02/2012
Assisti esses dias por aqui e não gostei nada-nada de “A Dama de Ferro.” Achei um telefilmezinho chinfrim, não consegui entender direito a história da Margaret Thatcher, como ela chegou ao poder, achei tudo muito rápido e nem a interpretação da Meryl Streep se salvou. Achei caricata, forçando o britanismo. Fora que a história dela em si não é lá tão espetacular. Tirando as questões políticas, não há grandes dramas ou surpresas; e o filme procura se apoiar no estado dela atual, de senilidade, para poder dizer algo mais sobre o lado humano do personagem.MELANCOLIA (Lars Von Trier): Uma obra-prima do niilismo, a anti-ficção científica, e com imagens tão lindas, interpretações tão perfeitas que me fez sair maravilhado e relaxado do cinema.
PALINDROMOS (Todd Solondz): Uma comédia absurda politicamente-incorreta que eu não canso de assistir em DVD.
O BURACO (Tsai Ming-Liang): Um filme lento, em que não acontece muito nada, mas que tem o ritmo e o clima drasticamente alterados com números musicais.
AUDITION (Takashi Miike): Um exercício extremo de cinema. Basicamente uma hora de comédia romântica fofinha e quarenta minutos finais de terror surrealista hardcore.
ED WOOD (Tim Burton): O triunfo dos trevosos, bizarros, segregados e outsiders.
AMORES EXPRESSOS (Wong Kar Wai): Lindo-lindo e fofo-fofo.
WHATEVER HAPPENED TO BABY JANE (Robert Aldrich): Um thriller bizarro com uma Bette Davis perfeita.
SERIAL MOM (John Waters): Comédia de humor negro com uma Kathleen Turner impagável.
O CHAMADO (Gore Verbinski): Ok, ok, ninguém vai concordar comigo, mas acho esse remake de "Ringu" o filme de terror mais perfeito já feito.
SNAKES ON A PLANE (David R. Ellis): O perfeito filme B, assumidamente trash, que entrega exatamente o que o espectador quer, e um pouco mais.
22/02/2012
Perdidos em alto... mar?
É carnaval! (Era...) E enquanto vocês se caramelizavam ao ritmo dos batuques tribais, eu voltava à era do gelo nesta Suomi da qual já estou me despedindo.
Vim para a Lapônia, norte da Finlândia, me despedir do país, do inverno e do gelo (que começa a derreter por aqui – sim, até na Finlândia o gelo tem um fim). Das viagens turísticas que fiz nesta temporada aqui, esta sem dúvida foi a melhor. Primeiro porque resolvi aceitar meu próprio conselho e afundar de vez no turismo – fazendo os programas típicos. Segundo porque o inverno está acabando e o país fica mais iluminado, as pessoas mais festivas, eu mesmo menos depressivo. Foi lindo.
Discurso! Discurso!
De lá segui para a Lapônia – Oulu, Rovaniemi e Kemi. Oulu eu ainda não conhecia, foi ok, cidade bonita, mas sem muito o que fazer. Em Rovaniemi foi minha terceira vez, e foi uma sensação ótima descer na estação de trem da cidade e seguir direto para o hotel, sem ter de pegar mapa ou indicação alguma, porque eu já conhecia tão bem a cidade (que afinal é uma cidade de apenas 60 mil habitantes).

FLIP 2026
Literatura em Desacordo: Eliana Alves Cruz e eu, mediados por Diogo Borges. Foi-se mais uma Flip. Para mim, foi só a terceira. Estive na pr...
