30/10/2026

OS MELHORES FILMES DE TERROR DE 2026

 



BUDDY

Um grupo de crianças descobre que está preso dentro de um programa infantil comandado por um unicórnio psicopata. Insano, bizarríssimo, diferente de tudo o que há por aí.



CARA-DE-BARRO

O filme do vilão do Batman é um body horror aflitíssimo, filhote de A Substância com Darkman. Depois de ser desfigurado por gângsteres, um ator passa por um tratamento experimental, que torna seu corpo moldável, assumindo diferentes formas....



A PRAGA

É o verdadeiro terror da puberdade. Um menino que tem que sobreviver ao bullying num acampamento, vendo as transformações da adolescência como um body horror. Chorei litros – despertou todos meus traumas de menino. Mas não é um terror nada óbvio e não deve funcionar pra todo mundo.

 



VIEJA LOCA

Do terror da puberdade ao terror da senilidade. Carmen Maura faz uma velha que, num surto, aprisiona seu cunhado, achando ser um abusador do passado. Daqueles minimalistas maravilhosos, tenso e divertido.

 

TEMPLO DOS OSSOS

O quarto episódio da franquia Extermínio é insano, diferente e divertidíssimo.

 

PRIMATA

Slasher de macaco (ou chimpanzé), que contrai o vírus da raiva, mistura de Cujo, Terrifier e Halloween. Bem gore e divertido.

 

OBSESSÃO

Um clássico “cuidado com o que você deseja”, de namorada obsessiva, filmado com uma insanidade sam-raimiana. 


LEVITICUS

O terror da homofobia. Dois meninos adolescentes são flagrados aos beijos e passam por um ritual de “cura gay”. A partir daí serão assombrados literalmente, um pelo outro. É uma bela alegoria, mas pesa mais no drama do que no terror.

 

BACKROOMS

O pesadelo dos arquitetos é um looooongo delírio, com um clima ótimo, mas que estraga um pouco quando tentam explicar.

 

RESIDENT EVIL

Começa ótimo, termina médio. É muito metido a engraçadinho, mas a lógica de videogame, de progressão, das fases, funciona muito bem na tela.

 


10/10/2026

EXISTEM GAYS DE DIREITA?

Um gay ameaçando a família em Oslo, Noruega. 

Esses dias vi uma gay de direita falando que não via contradição nenhuma em ser gay e de direita, porque as liberdades individuais, inclusive de sexualidade eram coisa da direita, dos países capitalistas. E deu como sempre o exemplo de perseguição aos gays em Cuba.

Parece que ela se esqueceu da perseguição aos homossexuais no nazismo, que é um regime de extrema direita. Mas a gente nem precisa voltar tão longe – a gente pode falar da Rússia atual, um país capitalista que cercea totalmente os homossexuais. Ou mesmo o governo Trump, que é contra medidas pro LGBT.

A verdade é que qualquer extremo, seja extrema esquerda ou extrema direita, é contra liberdades individuais. Só que a direita, em si, até moderada, tem uma postura conservadora, então obviamente é contra a comunidade LGBT.

Os direitistas adoram jogar a esquerda para a extrema-esquerda  - vai pra Cuba! (Verdade seja dita, a esquerda também joga muito a direita pro nazismo.) Mas essa associação que a direita faz de capitalismo com progresso e primeiro mundo, é muito jeca, tem essa fascinação pelos Estados Unidos como exemplo de primeiro mundo.

Finlândia. 

E, pra mim, exemplo de primeiro mundo é a Escandinávia, que é uma região à beira do socialismo, social democracia, que deu muito certo, com uma ideologia totalmente igualitária, inclusive de respeito aos homossexuais.

Mas o capitalista de direita só vai até a Disney. Eu fui à Disney, duas vezes, inclusive, na infância, fui à Rússia duas vezes, morei na Finlândia. Mas à Cuba ainda nunca fui. Quero ir. Me manda pra Cuba!


Eu, uma criança viada na Disney (1987).

25/09/2026

13

 Tem sido difícil atualizar o blog com a concorrência de todas as outras redes sociais. Eu acabo usando como um apanhado de momentos especiais, que não existem quando os momentos da vida são tão ordinários...

Mas insisto no sofrimento!

Ainda não consigo acreditar em que estamos numa eleição com uma possibilidade de Bolsonaro. Isso não é verossímil. Eu não queria mais falar sobre isso e falar que é preciso votar no Lula é um senso comum que eu não deveria estar falando. Não é nem uma questão de esquerda ou direita, é uma questão de soberania nacional. A família Bolsonaro deixa claro o quanto quer entregar ao Trump...

Daí posto isto aqui só para deixar registrado, mas não acredito que mude o voto de alguém. Eu briguei tanto, TANTO, em 2018, para tentar entender, convencer, quem poderia considerar votar no Bolsonaro. (Em 2022 confesso que achei que a batalha já estava ganha.) Agora não tem mais a justificativa da ignorância...

Mas voto Lula, obviamente. 

22/08/2026

VIAGENS DE AGOSTO


Eu e meu jerimum.

Depois de BH, Flip, Bahia, teve Minas de novo: FLIF, um festival do Instituto Federal do Sul de Minas em que EU fui o autor homenageado, veja só, estou ficando velho. Tem sido lindo ver o respeito que minha obra vem conquistando. Apesar do hype no início da carreira, sempre me senti um autor muito menosprezado; as pessoas não entendem (ou não entendiam) o que eu faço - se é literatura comercial, se é alta literatura, terror, descartável... Agora, com quase 25 anos insistindo, as pessoas levam mais a sério. Já publiquei muito, já abri porta para muita gente, e sigo fazendo só o que eu acredito. Ajuda também estar numa Editora que me valoriza. 


Com os queridos Daniel Mindu, Daniel Knight e Jéssica Paes, em Pouso Alegre. 

O festival em Pouso Alegre foi bacaninha; totalmente voltado a estudantes, peguei um público BEM novinho (13 a 16). Eu e o Daniel Knight, curador e mediador da minha mesa, tivemos de calibrar bem o discurso. Mas acho que a garotada gostou. Na hora dos autógrafos teve muitas fotos (mas vender livro mesmo, não vendi quase nada; levei uma porrada, mas era mesmo um povo muito novo). 

Caipirinhas com Dona Elisa. 

Antes da FLIF, dei um pulo na casa da minha mãe, no interior de SP, que fazia tempos que eu devia uma visita. Fiz feijoada, consegui pegar cachoeira e nadar. Bom que com essas viagens tenho nadado praticamente toda semana (porque academia com piscina é caro... e eu passei a adolescência toda numa casa com piscina e não aproveitava porque era trevoso...). 


Essa cachoeira do lado da casa da minha mãe sempre só tem eu, porque é uma escaladinha...



De volta a SP, decidi ver SP do alto, no Pico do Jaraguá. Tinha visto um vídeo de um casal que foi de trem, da Barra Funda, e chamei vários amigos. Ninguém quis. Fui sozinho e foi a melhor coisa (como sempre), ouvindo uma musiquinha, seguindo no meu ritmo (acelerado); fiz a trilha (de subida) em  45 minutos.  

Um paulistano no Pico. 

Agora devo dar uma sossegada nas viagens. Mas tem alguns eventos já marcados ainda para este ano. Sigo sozinho, mas acho que num bom caminho. 








03/08/2026

FLIRECÊ

Mais que colegas, friends. 


Ainda tô chapado. A luz da Bahia é ofuscante – cegou meus olhos, queimou minha pele, transformou minha paulistanidade em pó.


Pronto, sensualizei. 

Fui a convite da Flirecê, uma feira/festa literária que acontece em Irecê, entrada para a Chapada Diamantina. Tive uma programação intensa, duas mesas e uma oficina, em três dias, mas consegui o domingo livre e ótimas companhias para explorar paisagens cinematográficas.

Minha primeira mesa foi com Hãmalú Tuxá e Allison Esdras Fernandes, bem mediados por Marcio Fila Flor. 

A Feira em si tem um ótimo público. É voltada para professores (ou professorAs, principalmente, que ocuparam grande parte da plateia), então discute muito sobre literatura como educação e o poder transformador disso. Com minha honestidade habitual, tive que confessar que nunca foi esse o papel da educação em minha vida – eu tive em casa uma formação literária e cultural melhor do que nas escolas, apesar de sempre ter estudado em ótimos colégios particulares. (Lembro da minha mãe contestando as indicações de leitura...)

Também ouvi muito nas mesas os discursos identitários, de autores negros, indígenas, baianos... Essa sensação de pertencimento, de identidade, de reconhecer as raízes e uma cultura regional forte. Eu sou paulistano, quais são minhas raízes regionais? Cresci jogando videogame e vendo filmes de terror. Mas ainda consegui transformar isso em livro...

De toda forma, me senti acolhido como animal exótico. E levei os chapéus, e pintei os olhos. Acho que as mesas tiveram  um caráter de DEBATE maior do que em qualquer outro festival/festa/feira em que já fui (em que geralmente é um escritor babando o ovo de outro). Aqui eram professore(a)s querendo aprender e querendo ensinar/contestar/remoer.

Minha oficina foi uma apresentação express da Oficina do Personagem – era só um turno de três horas e não tinha como pedir que escrevessem nada –, então apresentei o modelo de tema – tese – personagem – trama, e como estruturar isso (escolha de pessoa narrativa, como batizar personagens, descrição, criação de diálogos). Teve um público surpreendentemente grande (principalmente para uma manhã de sábado). E foi revigorante (até porque meus cursos online andam cada vez mais miados).

Mas na boca nem beijei.

Aqui se deram as melhores discussões.

Nesses eventos, as melhores discussões se dão nos bastidores, a troca com outros escritores, e nessa pude trocar também com tradutores, principalmente a Volha, menina tão querida da Belarus, que foi e voltou ao meu lado na estrada Salvador-Irecê. Conversamos de música russa, cantamos Hej Sokoly  (que sei de cor, apesar de saber por alto o que significa), e compartilhamos bastidores de tradução. Outro bom amigo que fiz nessa viagem foi o Rodrigo Aguiar, médico e novo autor também lançado pela Rua do Sabão. Gente boníssima. O carro que ele alugou me salvou de bons perrengues (porque também teve maus perrengues, principalmente para chegar numa cidade tão distante, num evento ainda claudicante).


Rodrigo, Volha e eu. 


Acima de tudo, fiquei impressionado com o público, como as mesas estavam cheias (e eu consegui ver três além das minhas - eu sempre gosto de estudar a concorrência.)


O saldo foi mais que positivo. E agradeço principalmente à Rua do Sabão, minha Editora atual, que tem feito por mim muito mais do que as grandes que ainda me têm em seu catálogo.

Os Sabonetis. 

Por fim, pensei no que escrever sobre as paisagens. Mas a natureza não precisa de palavras...


Chapado!



27/07/2026

FLIP 2026

Literatura em Desacordo: Eliana Alves Cruz e eu, mediados por Diogo Borges. 

Foi-se mais uma Flip. Para mim, foi só a terceira. Estive na primeira, de 2003, na programação principal, depois só em 2014, pelo Sesc. É caro; entendo quem esteja disposto a pagar para chegar lá, mas, quando a gente já foi nas condições ideiais, não acho que compense pagar. Fico sempre na espera de um bom convite, de um marido rico; quem não tem marido ainda tem o Sesc.


Beatriz Beá Rezende foi das primeiras que encontrei: foi jurada do Prêmio que me revelou em 2002.


Tive uma mesa sábado, no Sesc Santa Rita, com Eliana Alves Cruz: “Literatura em Desacordo”. Só havia tido uma mesa online com ela, no Fliaraxá, durante a pandemia, e a gente havia se cruzado como jurados do Prêmio Sesc. Então li o romance mais recente da Eliana, “Meridiana”, já com o tema da mesa em mente. Encontrei LITERATURA, não encontrei Desacordo.

Bastidores.

Belíssimo, “Meridiana” é narrado por diversos personagens de uma mesma família, narrativas em paralelo avançando no tempo, como meridianos. Se a estrutura é genial, o discurso não está de forma alguma em desacordo, pelo contrário, está em total confluência com pautas atuais, com o bom gosto e o bom senso. E como eu vim ao mundo para causar, resolvi direcionar a discussão da mesa para isso: questionar se o bom senso não é o verdadeiro cognato do senso comum.

A plateia era da Eliana: divertia-se com meu atrevimento, mas aplaudia das pérolas às platitudes dela. Considero que nós dois saimos ganhando, porque nós dois fizemos o que viemos fazer. Ela questionou se eu, como homossexual (ainda que não praticante), não sentia necessidade de me engajar mais. Minha defesa foi que literatura não é lugar de levantar bandeiras, porque estamos pregando a convertidos; quem vai ler um livro como “Veado Assassino” já é a favor dos veados e contra o presidente de extrema direita. Eu questionei se ela não sentia que só escrevia para quem já concordava com ela. Eliana disse que não, e ilustrou com exemplos (e aplausos!). Talvez a conclusão seja que é preciso dizer o óbvio para furar a bolha, como ela fura. Mas eu nunca quis falar para o povo...

Tenho que agradecer ao Diogo Borges, ótimo mediador, que arquitetou tudo isso. E ao convite do Sesc, que ofereceu belo cachê, belo hotel, tudo do bom e do melhor. Só faltou o sol.

Jantando com dois dos meus autores favoritos que fiz leitura crítica: Maurício Mendes e Chico Leite. 

Eduardo Halfon foi meu colega de Bogotá 39, quando éramos os jovens autores mais destacados da América Latina. 


De resto, foi só amor. Encontrei muita gente querida, muitos velhos amigos, velhos colegas, novos autores que só conhecia por leitura crítica. Logo que os autores começaram a anunciar suas mesas, fiquei na dúvida se eu não devia ter cavado mais na minha agenda, marcado mais participações. Agora acho que fiz bem; consegui assistir a gente bacana, pegar piscina, ir a festinhas, beber...

Afonso Borges (com Marcelo Moutinho, Cláudia Lamego e Myriam Scott) foi generosíssimo comigo (na mesa e na vida). 

No domingo, vi a mesa da querida Tracy Mann, com Angela Grillo, mediadas por Michel Alcoforado. 

(Mais fotos e registros no meu Instagram: @nazarians)


Lembro-me de que na última Flip em que fui (também pelo Sesc) tinha achado o clima pesado, tinha saído carregado de energia ruim; dessa só saí carregado de livros. Se não senti  o hype que eu tinha na primeira Flip, senti muito carinho, de colegas, de leitores; senti que às pessoas já entendem e respeitam o que eu faço, um lado bom de não ser mais novidade. Com quase 25 anos nessa indústria vital, essa é a primeira vez que isso me acontece.


18/06/2026

PRÓXIMAS PARADAS


Semana que vem, em BH.


Seguem os lançamentos. Semana que vem estarei em BH, para mediar um bate-papo com o querido Marcelo Nery, que está lançando seu primeiro romance, Flores Astrais, que eu acompanhei desde o começo, em leituras críticas. Aproveito para também lançar meu Caramelo Salgado. Será no sábado, 27, 11h, na Livraria Jenipapo. Amigos e leitores mineiros, apareçam!



Antes disso, NESTE sábado, tem lançamento de uma coletânea em homenagem a Angela Rô Rô. Eu participo com uma letra de música, música de fossa, bem no estilo das antigas boêmias. Quem quiser me encontrar, estarei no Presidenta (mas CEDO, que só fui boêmio nas antigas). 


Há alguns meses, gravei uma entrevista bem bacana no Podcast Tik Tal (nunca entendi por que me chamaram - e foi dos dias com pior chuva na cidade, levei horas pra chegar, cheguei atrasado, mas fluiu super bem). Dá pra ver inteiro aqui:  

Em julho, tem novo curso aos sábados, sobre escrita, edição e publicação. Dessa vez resolvi abrir um espaço para os alunos conversarem individualmente comigo sobre seus projetos, porque sei que muitas vezes eles não querem abrir para a turma. Então inscreva-se já, que as vagas com desconto estão acabando. 






E depois disso tem FLIP! Estarei lá sexta, sábado e domingo - já tenho uma mesa marcada; logo mais dou informações - mas se surgirem outros convites posso tentar encaixar. 

08/06/2026

ORGULHOS



Minha sobrinha é uma menina muito legal. Poderia não ser, poderia ser um pé no saco, já que é adolescente. Mas nossa relação era bem mais complicada na infância, principalmente até ela ter uns 8 anos. Ela tinha medo de mim, chorava quando me via, o "tio vampiro"; nunca tive muito jeito com meninas (e confirmei que com meninos é diferente, já arrumei uns sobrinhos postiços, o Caio, o Max, filhos de amigos; meninos que 5 minutos depois de me conhecerem já subiam nas minhas costas). 

A Valentina teve que ser conquistada aos poucos, com presentes, jogando videogame... Até com uma tatuagem. 

Desenho dela, tattoo da @lpeccin

(Ela desenhou uma vez um diabo, e achei que era uma ótima ideia de tatuagem, o diabo pelos olhos de uma criança. Ela foi viajar e eu mandei mensagem falando que, quando ela voltasse pra São Paulo, eu teria uma "surpresa". Ela ficou ansiosa, perguntou pra minha irmã se eu já tinha deixado o PRESENTE lá. Falei que era uma SURPRESA, não um PRESENTE.)

(Mas daí tive que deixar um chocolatinho da Kopenhagen para ela não se decepcionar só com a tatuagem...)

Agora nossa relação já é muito mais de igual para igual. Conversamos de filmes, de músicas, de "crushes", e foi o segundo ano que fomos na parada juntos. 


Ela fez sucesso. Mais do que eu (haha). Encontrou amigas, comprou bottons. Senti que as pessoas gostaram de ver ela lá, adolescente, com todas as ameaças de proibir menores no evento. O clima da Parada tava bom, leve, uma luz bonita de outono (mas um pouco sol demais). O problema é sempre os gargalos de acesso à Paulista, que deixam uma muvuca claustrofóbica. É sempre uma maratona depois tentar levar minha sobrinha de volta para a casa da minha irmã (em Perdizes, do outro lado da Consolação). 

Com Biajoni, na Feira. 


Já no quentão. 




E o fim de semana também teve Feira do Livro. Fui prestigiar o lançamento do amigo Luiz Biajoni, "João Malho", também pela Rua do Sabão, e vendi mais uma pá de livros. 


Adorei encontrar minha antiga chefa "Miranda", Erika Palomino. (Tive uma coluna no jornal dela, em 4 temporadas da SPFW.) Sábado assisti à mesa dela na Feira. 

No final da parada recebi a notícia de que meu Caramelo Salgado tinha sido o livro mais vendido da Editora na Feira. Sucesso. Bom sentir que fiz a jogada certa ao lançar por uma editora "em expansão", que acreditou no livro. Eles estão com gente boa no catálogo, o Biajoni, Tom Cardoso, Rafael Spaca (e já fiquei sabendo de novas grandes contratações da Rua, que ainda não sei se posso falar). 

Essa é minha cara de feliz. 

Sempre é bom ter novas experiências, numa carreira que vai chegando a 25 anos, 14 livros... 

(Só os 3 primeiros estão fora de catálogo - sigo também com 3 na Companhia, 5 na Record e 1 na Melhoramentos.) 

Ah! Também teve festa junina sábado de noite!



OS MELHORES FILMES DE TERROR DE 2026

  BUDDY Um grupo de crianças descobre que está preso dentro de um programa infantil comandado por um unicórnio psicopata. Insano, bizarr...