09/08/2016

AS DEZ MELHORES CIDADES DO MUNDO PARA SE MORRER

Sim, esse era eu com 15 anos, com Tia Augusta na Disney.  (E o que se pode ver da minha camiseta é o topo do chapéu do Freddy Kueger, juro! Eu era o mega-nerd fã de Freddy  Krueger.)

Ou para se viver... ou visitar. Acho que é isso, dez melhores cidades do mundo para se visitar, ou as que eu mais gostei... sei lá...


Pouco antes de ser parado pelo tiozão de metralha na Cidade do México (2014).

Poucas vezes... talvez nunca na vida estive tão enclausurado como nos últimos meses, mesmo trabalhando em casa há quase quinze anos. Academia (de ginástica) era um hábito diário e viagens sempre movimentaram minha carreira. Mas este ano, somando crise com desânimo, com velhice, decadência e casamento, cada vez vejo menos motivos para sair.  O trabalho intenso de traduções dos últimos meses também favoreceu isso; o dinheiro todo estava aqui, em mim mesmo, em sentar nessa cadeira, ler, escrever, pesquisar.

Fanfarrão em Budapeste (2012). 


Ainda assim, sei como a vida pode ser linda lá fora. E se nutro poucas expectativas pelo futuro, a nostalgia constantemente me impele a cenários alheios dos quais tentei fazer parte no passado.


Na estrada, na Espanha (2013).

Conheço até agora 27 países. É pouco, muito pouco dentro do todo. Há nove anos tenho conseguido manter a meta de conhecer ao menos um novo por ano. Muitos deles eu visitei mais de uma vez, em muitos conheço mais de uma cidade; em alguns morei por pelo menos alguns meses. E considero essa a minha formação acadêmica, profissional, como escritor, mais do que minha graduação universitária como aluno do Pondé na FAAP ou meus cursos de inglês, francês e finlandês.


Uma bela tarde de outono, na Estônia (2011).


Então resolvi me entregar à nostalgia e fazer uma série de minhas cidades preferidas no mundo, até por estar viajando tão pouco este ano. (Se tudo der certo, o 28o país ocorrerá em outubro...)


Arhus, Dinamarca, 2002. 

Já deixo claro que serão escolhas absolutamente pessoais, circunstanciais e passageiras. Poderiam mudar a cada visita, a cada experiência. Aviso que sempre prefiro lugares onde possa ter experiências com a natureza, mas com uma certa urbanidade. E que acabarei deixando de lado muitos lugares que visitei numa adolescência tão distante que eu não poderia mais avaliar (como muitas cidades dos EUA). Além, é claro, de tantos lugares que ainda não tive prazer de conhecer (Itália, por exemplo, é um país básico onde até já fui publicado, mas que nunca conheci). E um ou outro lugar que todo mundo adora, mas que não consegui encontrar nada de particular... (Paris, por exemplo, onde já passei mais de um mês... mas basicamente chapado).


No extremo norte da fronteira da Finlândia com a Noruega (2011)

Mas, enfim... você está pouco se fodendo! Eu, sei, você também tem louça a lavar.

Farei uma contagem regresiva semanal dessas 10 cidades a partir de AMANHÃ, toda quarta, para movimentar (ao menos) o blog.

Isso foi em Oslo, na Noruega, há quatro anos, eu estava bêbado. Não me digam que chutei o Drummond deles?!!

Volte para ver como será.




QUANTO GANHA UM ESCRITOR

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