02/01/2021

MEU ANO NOVO


Eu na virada. 


2020 não deixou de decepcionar-impressionar nem na sua reta final. As últimas semanas foram tensas, com problemas graves na família, crises pessoais, mas conseguimos sobreviver... até aqui. 

Mas pouco antes tava aqui. 

Por uma série de motivos, minha mãe fez um almocinho de Natal bem antecipado, então dia 25 foi só eu mesmo e o Marco, meu namorado. 

Pra minha sobrinha dei de presente esse lindo vestidinho. 
No pré-Natal fiz meu famoso tender na Coca-cola, de uma receita que peguei da Nigella, com cuscuz marroquino. 

Clima de virada me pega como inferno astral, e eu sempre gosto de viajar - para não parecer que acabei a temporada na mesma. Nunca é fácil viajar no réveillon, e eu sabia que este ano com a pandemia o desafio seria ainda maior. Acabei reservando um belo hotel por três dias durante o Natal, e na véspera ainda não sabia se conseguiria-deveria ir, com a volta da fase vermelha. Arriscamos, fomos, foi tranquilo. Ficamos em Paúba, no litoral norte, que decidiu ignorar as restrições - os serviços funcionavam normalmente. Mas a praia e o hotel estavam vazios. Deu para ser feliz. 

A praia. 
Meu Tadzio. 


Eu. 


Trilhas. 

Comidinhas de praia. 


Réveillon mesmo foi aqui. Ainda estou com muito trabalho (de tradução) (felizmente), fiz comidinhas gostosas, tomamos coisinhas, e comemoramos o fim do mundo. 


Abrindo os trabalhos. 


Baladinha em casa. 



Moqueca, arroz de coco, farofa de banana e lula a dorê foi o primeiro prato que fiz em 2021.



Tudo permanece incerto para 2021, Marco deve voltar em breve pro sul, tem uns perrengues vindo aí, mas tenho tentado aproveitar os momentos, a companhia, as ondas positivas...



Queimando o que resta...

A CALÇA DOS MORTOS

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