27/05/2012

RESENHANDO SÃO PAULO

Fafá de SP.



Estou nessa fase de redescobrir São Paulo, e tem sido bastante produtiva... ou ao menos divertida. Este final de semana fui visitar minha sobrinha, emendei numa festinha no Mis, emendei no show da Fafá de Belém, emendei numa festa na casa de amigos, emendei na Yacht, fui dormir, trabalhei domingo de manhã, fui almoçar no Apfel, emendei no show do Franz Ferdinand, emendei na Voodoohop, agora estou em casa esperando um sushi.

Minha sobrinha: esperneou, gritou, e não aceitou meu amor. Mas eu a perdôo porque ela ainda não tem nem um mês.

Festinha no Mis: É uma coisa chamada Green Sunset, e faz jus ao nome. Um povinho publicitário que não se importa de ficar na fila para beber, mijar e dançar. Nunca mais.

Fafá de Belém: Eu a entrevistei ano passado, mas nunca tinha visto o show. Uma coisa chachachá Pará Profundo muito, muito boa musicalmente, apesar de bem longe do meu universo. Gostei bem, foi algo diferente que me acrescentou muito.

De lá saí para festinha de amigos, que é sempre bom pelos amigos, mas que... sei lá. Essa coisa "buatchy" realmente não faz muito sentido para quem tem mais de trinta. E... Yacht? Um lugar bem cafona genérico, diz aí? Que são aqueles cavalos marinhos? Me lembra aquela "buatchy" chamada NAJA, dos anos 90, nos jardins, alguém lembra?

Pulo para o show do Franz Ferdinand, que eu não fui realmente. Queria ver a abertura, do The Horrors, mas cheguei no final da tarde e tinha uma fila, uma fila, uma coisa assustadora. Na verdade, semi-assustadora, porque era uma fila imensa, mas um povo bem bonitinho. Sabe como é, esses indie rockers magrelos, tatuados e cabeludos que eu gosto de chamar de "meu povo" (Porque no mundinho gay é tudo bombadinho, cabelo raspadinho e topetudo, camiseta polo, barba por fazer. Me dá certo asco.). Fiquei na fila, vendo aquele povo bonitinho, pensando se eu encarava, se pegava um táxi e ia embora... passa Gilberto Custódio de carro (amigo ancestral dos meus tempos de indie rocker, com quem eu ia ver showzinho de banda de garagem em Osasco, no final dos 90.). Daí peguei carona direto pra Voodoohop, que confesso que eu nunca tinha ido, e achei interessante. Um povo, assim, mais.... orgânico, uns cabelos (ruins) mais compridinhos, uns beques rolando pra cá e pra lá. Ok, bacaninha.

Mas....

Nada faz sentido. Se você não está aqui :)




Com minha herdeira e sobrinha, Valentina.

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